Um diabinho que, num belo dia, se revolta e decide deixar o inferno e ir para o céu. Eis o mote por trás de "Freekscape: Escape from Hell", primeira propriedade intelectual original desenvolvida por uma empresa brasileira para o PSP. O projeto está nas mãos da Kidguru, ex-Insólita/Abdução, que fica na cidade de São Paulo.
Freek, na verdade, é um diabinho bem simpático, munido de um tridente sagrado. A trama se transforma em um típico jogo de plataforma baseado em "puzzles" (enigmas), e cabe ao protagonista usar as habilidades de outras criaturas infernais para se dar bem. Correr, pular, atacar e resolver quebra-cabeças; tudo está atrelado às criaturinhas, em um game cuja mecânica é bidimensional, mas com visual 3D.
Um certo demônio, por exemplo, impulsiona Freek para que ele possa alcançar plataformas mais altas, mas antes de aproveitar as habilidades de cada criatura, é importante observar o estado emocional das mesmas, que pode influenciar a mecânica do game. De qualquer forma, não há combates: o game é bem focado na resolução de enigmas.
Planos ambiciosos
"Queremos criar uma propriedade intelectual forte para explorá-la depois". As palavras são de Petty, que acrescenta: "Por isso somos 100% donos de 'Freekscape' e bancamos os cerca de US$ 180 mil que envolveram a produção, mesmo trabalhando em 'modo econômico', para reduzir custos e viabilizá-la".
Embora a Sony já participe do SBGames desde 2007, alardeando a possibilidade de apoiar produtoras e faculdades brasileiras, a Kidguru não foi por este caminho. "Obtivemos nosso licenciamento pela Sony da Europa, pois pelo caminho 'incubado' levaria alguns meses, e o publisher nos pressionou para agilizar logo o game", explica Petty.
O desenvolvimento do jogo, que pode virar série episódica dependendo das vendas, envolveu cerca de 15 pessoas. "Freekscape", na Europa, custará 5 euros e o lançamento acontecerá nos Estados Unidos também, mas ainda não há preço definido para o território.
Um certo demônio, por exemplo, impulsiona Freek para que ele possa alcançar plataformas mais altas, mas antes de aproveitar as habilidades de cada criatura, é importante observar o estado emocional das mesmas, que pode influenciar a mecânica do game. De qualquer forma, não há combates: o game é bem focado na resolução de enigmas.
Planos ambiciosos
"Queremos criar uma propriedade intelectual forte para explorá-la depois". As palavras são de Petty, que acrescenta: "Por isso somos 100% donos de 'Freekscape' e bancamos os cerca de US$ 180 mil que envolveram a produção, mesmo trabalhando em 'modo econômico', para reduzir custos e viabilizá-la".
Embora a Sony já participe do SBGames desde 2007, alardeando a possibilidade de apoiar produtoras e faculdades brasileiras, a Kidguru não foi por este caminho. "Obtivemos nosso licenciamento pela Sony da Europa, pois pelo caminho 'incubado' levaria alguns meses, e o publisher nos pressionou para agilizar logo o game", explica Petty.
O desenvolvimento do jogo, que pode virar série episódica dependendo das vendas, envolveu cerca de 15 pessoas. "Freekscape", na Europa, custará 5 euros e o lançamento acontecerá nos Estados Unidos também, mas ainda não há preço definido para o território.
By caio
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